COMUNIDADE MENINO JESUS

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Ser manifestação do amor de Deus pela encarnação do verbo!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

É possível um namoro santo?



É POSSÍVEL UM NAMORO SANTO?


Por Bruno Cruz (@bhcvida)
Namorar é muito bom, quase todos os jovens aspiram por esta belíssima experiência de amor. O desejo de namorar é uma tendência natural de todo ser humano.
Deus criou todos os homens com a vocação natural de amar uma mulher e todas as mulheres com a vocação natural de amar um homem. Prova disto esta na categórica frase do livro de Gêneses 2 v. 18 que diz: “Não é bom que o homem esteja só” . A plenitude deste amor conjugal se dá no sagrado contexto do matrimonio, o namoro é o primeiro passo para o alcance desta plenitude, por isto pode-se dizer que é comum e natural na ordem de Deus o desejo de namorar.

Feliz o jovem que namora e que busca conhecer a pessoa ideal para viver para sempre ao seu lado. Aquela pessoa que estará do seu lado na alegria, na tristeza, na saúde, na doença e por todos os dias de sua vida até que a morte os separe. Aquela pessoa que será com você “uma só carne” e que será nada mais e nada menos que mãe ou o pai de seus filhos. Quem namora na santa pureza, com o intuito de casar-se e na busca da vivencia da perfeita caridade nada faz de errado, é feliz e Deus o abençoa.
Porém nós cristão sabemos que Satanás sempre tem uma idéia diferente das coisas que Deus criou, lembro-me de São Pio de Pietrelcina que dizia que o demônio sempre nos apresenta o “bordado de Deus” de cabeça para baixo. Pois é, o eterno condenado e seus súditos promoveram com força e eficácia uma concepção errônea de namoro. Namorar deixou de ser uma experiência santa, pura, sadia e de amor para se tornar um meio de perversão, promiscuidade, impureza, ciúmes, fornificação e egoísmo.
Namorar para os mundanos passou a ser um contrato sexual, um compromisso sem aspiração para o casamento, afronta a modéstia e ao pudor, agressão as primícias da castidade e um meio de dominação do parceiro ou parceira a ponto de matarem por ciúmes.
É comum esta perversão entre casais de namorados mundanos, pagãos e insanos. Porém jamais pode ser algo real e continuo no contexto eclesial. O namoro dos cristãos devem ser para honra e gloria do Senhor Jesus. O catecismo da Igreja no parágrafo 1602 diz em outras palavras que o casamento deve prefigurar a perfeita aliança que Cristo estabeleceu com a sua esposa, a Igreja. Como o namoro é o caminho para o casamento, o casal de namorados deve fazer de tudo para que os seus relacionamentos sejam amorosos, puros, retos e inocentes tal como é o relacionamento de Cristo com a Igreja.
Porém alguns jovens católicos mergulhados no relativismo moderno abraçaram a idéia satânica de namoro e já não namoram em santidade. Tudo começa com aquelas caricias e beijos de língua prolongados, naquela peça de roupa imodesta que proporciona excitação ou nos famosos ambientes privados de alguém que os possam vê-los namorando. Passo a passo o “pecadinho” culmina no “pecadão” de vida sexual desregrada chegando ao ponto de usarem anti-concepcionais, camisinhas e até pílula do dia seguinte para evitar a gravidez precoce. Parecem mentira estas histórias, mas não são. Já vi casos de irmãos na fé que ficaram pelo caminho por que abraçaram os princípios deste mundo, estes irmãos colhem ainda hoje frutos amargos porque um dia semearam más sementes.
O Senhor diz a Igreja em Thiago 1 v. 22: “ Sede cumpridores da palavra e não meros ouvintes”. Penso que mais do que nunca chegou o tempo da vigilância, da oração e do arrependimento para que este terrível relativismo não ganhe proporções entre a juventude católica.
Os namorados católicos devem criar estratégias para agradar a Deus, a primeira coisa que deve acontecer é a consciência da fragilidade humana. Os jovens devem ser humildes como o glorioso apóstolo Paulo que dizia: “Não faço o bem que quereria, mas o mal que não quero (Romanos 7 v. 19)”. Infelizmente tem jovens católicos que acham que são anjos, que podem namorar como quiser, onde quiser e do jeito que quiser que jamais cairão em pecado. Isto fez com que muitos fossem jogados no chão para nunca mais levantarem. Não podemos ser orgulhosos e mentirosos conosco mesmo, a grande verdade evangélica é que somos homens de pouca fé (Mt 14 v. 31) e se não vigiarmos, antes que o galo cante podemos negar o Senhor por três ou mais vezes ( Lucas 22 v. 61).
Depois desta consciência da fragilidade o casal deve criar a consciência do limite, ambos devem conversar e estabelecer os limites que os ajudará a combater o pecado contra a castidade. Tem hora que o sinal fica vermelho e prosseguir em frente pode significar uma lamentável ofensa a Deus. Tem hora que o beijo tem que parar, que o abraço tem que ser menos apertado, que a mão tem que ser retirada, que o toque tem que ser evitado e por ai vai. Posso testemunhar para os irmãos que a consciência da fragilidade e do limite muito me ajudou no meu namoro e noivado, pouco antes do casamento eu e minha esposa decidimos não mais beijar de língua, pois no nosso caso em particular este ato estava nos levando a excitações impuras.
Após a consciência da fragilidade e do limite o segredo é rezar. O Papa Bento XVI tem nos falado atualmente nas catequeses de Quarta-Feira sobre a necessidade da oração, penso que tudo se resume na seguinte frase: ”Quem reza se salva”, ou na frase de São Padre Pio: ”Quem não reza se condena”. Os casais de namorados que não rezam juntos, que não procuram ter uma profunda vida eucarística, mariana e de comunhão com o Espírito Santo dificilmente permanecera de pé e firmes nos seus ideais.
Termino este texto dizendo que Deus é amor ( 1 João 4 v.8) , o Senhor perdoa a todos que tem o coração arrependido, os únicos que não recebem o perdão de Deus são aqueles que não aceitam a misericórdia infinita do Senhor. Portanto, se seu namoro anda vacilante saiba que o Coração Sagrado de Nosso Senhor esta aberto para perdoar você e seu namorado ou namorada, as mãos chagadas Dele estão prontas para vos curar e o Espírito Santo preparado para lhes ungir e enviar para uma vida santa e reta. Não temam em correr para a confissão e reinaugurar o seu namoro de tal forma que glorifique a Deus acima de todas as coisas (Mt 12 v. 30).
Mãe castíssima e puríssima, Rogai por nós!

domingo, 29 de janeiro de 2012

Não dialogue com a tentação!



Partilho com vcs esse texto de um do irmão Danilo Gesualdo, que é membro da Comunidade Canção Nova e atua junto ao Ministério de Cura e Libertação.

Aprendi que todo o pecado vem precedido de uma tentação! O que isso significa de maneira concreta para nós?

Significa que todo pecado antes de ser concretizado tem um caminho a seguir dentro de nós, tem um percurso a ser feito em nosso interior! Posso dizer que quase todos os pecados, se não todos, tem um trajeto a ser feito antes de ser concretizado; e passar de tentação à pecado!

Então já começamos com isso a entender que existe uma clara distinção de PECADO e de TENTAÇÃO! A tentação que não for concebida também não se torna pecado em nós! Ao contrário, ela pode até nos valer para aumentar os nossos méritos diante de Nosso Senhor e nos fortalecer…

Mas tentação concebida é sinônimo de PECADO!

E é aqui que quero lhe ajudar a entender o que acontece em nós em relação a este caminho que a tentação percorre!

Se acima eu afirmei que todo o pecado é precedido de uma tentação, nossos esforços precisam estar voltados para a observação de nós mesmos, dos nossos hábitos, conversas, amizades e até mesmo lugares que nos incentivam a concretizar o pecado em nós!

É preciso que fiquemos muito atentos com aquilo que precede o pecado em nós: Por vezes poderemos notar que quando iniciamos uma determinada conversa com um teor de malicia, logo logo isso fará com que um certo tipo de pecado nos atinja! Pode ser também que você observe que quando você encontra uma determinada pessoa, esta amizade acaba fazendo com que você caia em um determinado pecado; mesmo que esta pessoa seja boa e que vocês sejam amigos, mas sempre este encontro termina na concretização de um determinado pecado!

As vezes notaremos que mesmo que tenhamos boas intenções, quando vamos a um determinado lugar, este lugar fará com que pequemos se lá permanecermos…E assim eu poderia ficar expondo muito mais situações, e não sei se você notou, estão precedendo a concretização do pecado em nós!

Quantos jovens tem me escrito com problemas em sua sexualidade porque estão viciados em pornografia! Mas eles entendem, ou ao menos estão aprendendo, que este pecado da pornografia não vem e os atinge de maneira direta. Primeiro eles sentem o desejo de por exemplo acessar a internet, mas ai eles percebem que no interior deles já existe uma inclinação para que eles acessem um site pornográfico, e ao invés de no mesmo instante eles se determinarem a nem mesmo ligar o computador, eles cometem um dos MAIORES ERROS; eles começam a dialogar com a tentação! Começam a negociar com ela, começam a pesar os pós e os contras de naquele momento ligar o computador… Chegam até a arrumarem desculpas muito significativas e até nobres para ligar o computador; mas bem lá no fundo existe uma tentação que esta percorrendo um caminho para levá –lo ao pecado!

E ai esta pessoa acaba ligando o computador, acessa paginas boas, com bons conteúdos…Acessa os seus e-mails, e vai ali navegando tentando provar a si mesmo que ele tinha razão em ligar o computador, que ele sabia que não cairia…mas de repente lhe surge um pensamento de cunho sexual, e ele até reluta num primeiro momento, e continua com o computador ligado…E ai mais pensamentos começam a vir e surgir, e ele pensa consigo “só vou acessar tal página para ver isso..” e ai acessa uma pagina que não “não é tão pornográfica” assim, mas ai sua mente vai cada vez mais perdendo força, perdendo força, e como o instrumento na qual o ajudará a pecar – neste caso o computador – já esta ligado, ele vai e acessa uma pagina pornográfica… E depois de acessar esta pagina, acessa outra e depois envolvido com a pornografia chega a ficar por horas nestes tipos de páginas…e ai toda a consequência da tentação concebida em pecado! Uns caem na masturbação, outros no adultério, outros na prostituição e assim por diante…. Mas na verdade onde tudo começou?

Começou naquele “pequeno desejo” de acessar a internet, que logo quando surgiu este desejo este jovem detectou que era uma tentação; mas o que este jovem não notou foi que, quando a tentação foi- se descoberta, ela tomou um outro caminho, fez um outro trajeto…colocou até mesmo desejos nobres no seu coração para ligar o computador! E foi ai que este jovem comentou outro erro: Dialogou com a tentação, negociou com ela, pesou pós e contras e foi assim se enfraquecendo em seu discernimento, e a tentação ganhando terreno e cumprindo o seu trajeto, até que ele cometeu o pecado em si!

Você consegue perceber o caminho que a tentação fez com este jovem até o pecado ser concebido?

E assim acontece com todos os pecados! Por isso que é muito importante que nos observemos, fiquemos atentos com aquilo que são as nossas motivações para fazer qualquer coisa, porque por detrás delas infelizmente pode estar uma tentação camuflada!

E ainda um outro erro que não podemos cometer: Não dialogarmos com a tentação! Não disputamos uma queda de braço com a mesma, não pesamos o que será bom ou mal! Ao perceber a tentação a repelimos diante de nós, a expulsamos de nosso interior, e não dialogamos com ela; pois uma vez iniciado este dialogo iremos precisar de uma força redobrada para vence-la!

Assim eu poderia falar do pecado relacionado ao álcool, as drogas, as fofocas, ao ódio e etc…

Por isso nesse caminho de discernimento é importante que que tenhamos esta clara necessidade de nos observar, de perceber o que nos impulsiona, o que nos move….

Assim também poderemos aprender que caminho e que estratégia a tentação se utiliza para nos amarrar e nos prender!

Espero que tenha ficado clara esta questão de que todo pecado é precedido de uma tentação!

sábado, 28 de janeiro de 2012

Mil razões para perdoar sempre!


O perdão afeta a santidade e o nosso corpo. Sabemos que São Pedro perguntou a Jesus até quantas vezes precisamos perdoar, e o Senhor respondeu: "Não só 7 vezes 7, mas 70 vezes 7". Em uma casa uma família precisa perdoar um usuário de drogas em um dia 70 vezes 7.

O perdão não nasce do nosso sentimento e, sim, da nossa decisão, é uma decisão de amor; é uma graça que Deus nos dá. Algumas vezes, perdoamos querendo algo em troca, ou falamos: "Perdoei tal pessoa, mas ela não muda"; no entanto, o perdão é nosso. Não podemos esperar mudança nem reconhecimento, o perdão precisa ter gratuidade.

Há pessoas que se decidem a não perdoar, e se você livremente não toma a decisão de perdão, você não entrará no rio da misericórdia. Já pensou se Jesus falasse assim com você – "Veio confessar de novo o mesmo pecado? Virou brincadeira...". Mas isso nunca vai acontecer porque Deus vai nos perdoar sempre.

Se nós não perdoamos uma pessoa gratuitamente mesmo que ela não venha a mudar, estamos fazendo a ela um mal espiritual terrível, estamos a escravizando.

Existem pessoas que resolvem pegar o passado e enterrá-lo. Preste atenção: você não é o senhor do tempo, o seu passado não é para ser enterrado, mas sim, redimido no Sangue de Jesus Cristo. Descave o seu passado, o que você precisa é perdoar, é colocá-lo aos pés da cruz para que ele seja redimido.

Primeiro caso equivocado: perdoar esperando recompensa; segundo caso: é enterrar passado. O terceiro passo: não vou perdoar porque essa pessoa me fez esse mal. Por exemplo: "Como vou perdoar uma pessoa que matou o meu pai?" Eu lhe respondo: do mesmo jeito: com a graça de Deus. Você não tem nenhum motivo para não perdoar. O quarto caso é: "Perdoei. Agora chega! Já faz 60 anos que perdoei esse infeliz e ele faz a mesma coisa". Você só será santo se perdoar até o fim.

São João da Cruz pediu uma graça a Deus de não ser amado por ninguém. Quando ele percebeu que estava para morrer, ele buscou o convento no qual ninguém gostava dele. E disse que queria morrer naquele local, porque queria morrer perdoando.

Quem tem a coragem de querer morrer na casa da pessoa que mais lhe fez mal? Meus queridos, nós amamos muito e não queremos sofrer, não queremos a frustração. Achamos que ser feliz é não ter problemas, achamos que ser feliz é estar tudo bem, mas não é isso que diz o Evangelho. Como você quer seguir Jesus, que passa pela cruz, e não quer sofrer? Ser feliz é amar a Deus, é viver como Jesus a radicalidade do Evangelho.

Santa Terezinha, certa vez, levou uma sobrinha para o convento para cuidar da menina, daí começou a haver um boato na cidade de que ela havia tido uma filha antes de ir para lá [convento], até que uma irmã lhe informou sobre o comentário que ocorria na cidade, e a santa francesa respondeu: "Já fiz tantas coisas erradas que eles não souberam. Deixe-os falar para que essa fique por conta do que eles não sabem".

O quinto caso é: "Não vou perdoar porque ele fez de propósito", mas isso não faz diferença para o perdão. A graça do perdão jorra de Jesus Cristo. São João da Cruz diz que tanto faz se um passarinho está amarrado por um barbante ou por uma corrente, pois das duas formas ele estará amarrado. Assim é o perdão: não importa se o que você tem quer perdoar é algo grande ou pequeno.

Nenhum pecado atinge só a alma, atinge nosso corpo também. Nosso corpo foi feito para expressar a santidade de Deus, o nosso corpo expressa a nossa história de vida.

Deus quer nos "revirginizar", isto é, quer nos santificar na nossa alma e no nosso corpo.
Emmir Nogueira

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Não se ama por ser fácil, ama-se porque é preciso!


Se amar fosse fácil, não haveria tanta gente amando mal, nem tanta gente mal-amada.

Se amar fosse fácil, não haveria tanta fome, nem tantas guerras, nem gente sem sobrenome.
Se amar fosse fácil, não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém, nem haveria orfanatos, porque as famílias serenas adotariam mais filhos, nem filhos mal concebidos, nem esposas mal-amadas, nem mixês, nem prostitutas. E nunca ninguém negaria o que jurou num altar, nem haveria divórcio, nem desquite, jamais...

Se amar fosse tão fácil, não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto, nem haveria assassinos, nem preços exorbitantes, nem os que ganham demais, nem os que ganham de menos.

Se amar fosse tão fácil nem soldados haveria, pois ninguém agrediria, no máximo ajudariam no combate ao cão feroz. Mas o amor é sentimento que depende de um 'eu quero', seguido de um 'eu espero'; e a vontade é rebelde, o homem, um egoísta que maximiza seu 'eu' por isso, o amor é difícil.

Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar. E quando morreu, amando, deu a suprema lição. Não se ama por ser fácil, ama-se porque é preciso!

Pe. José Fernandes de Oliveira - Pe. Zezinho, scj

domingo, 22 de janeiro de 2012

Os 10 mandamentos do namoro!

Namoro é uma fase muito bonita. É definida como o ato de galantear, cortejar, procurar inspirar amor a alguém. O namoro cristão, tenha a idade que tiver, deve ser uma convivência afetiva preliminar que amadurece e prepara o casal para o compromisso mais profundo. O contrário disso, longe dos princípios de Deus, pode resultar em uma experiência nociva e traumática.
Observe alguns princípios que ajudam a manter o seu namoro dentro do ponto de vista de Deus.
1. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.
2. Não se prenda em um jugo desigual (II Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado.
3. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.
4. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.
5. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.
6. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.
7. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.
8. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.
9. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.
10. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: o casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.
Deixe Deus orientar e consolidar seu namoro. Viva integralmente as bênçãos que Deus tem para você através do namoro. E seja feliz.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=1897

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pensamentos sobre Madri...

No ultimo post encerramos ou melhor dizendo, fizemos uma pausa na viagem sobre a histórias da Jornada Mundial da Juventude. E já começamos a viver a graça da JMJ 2013 que será no Rio de Janeiro. Tenho encontrado relatos e testemunhos belissímos sobre a JMJ 2011 em Madri, e sempre que possivel vou postar aqui em nosso blog para que possa nos enriquecer e preparar nossos corações para continuar a viagem da Jornada desta vez em nosso país.
Muito me tocou esse post que encontrei no blog da Comunidade shalom, vou partilhar aqui com vocês e deixar também o link do mesmo. http://blog.comshalom.org/jmj2011/

Pensamentos sobre Madri…

Pensamentos sobre Madri…

Hoje, a imprensa da Espanha, da Itália e de outros países comenta, admirada, a Jornada Mundial da Juventude. Fala de um Papa de 84 anos que atraiu dois milhões de jovens; fala da vitória da Igreja sobre o governo esquerdista e anticlerical da Espanha de Zapatero, fala do Papa que sabe falar aos jovens, fala da força da Igreja que renasce na Espanha…

Meu querido Leitor, é a mesmíssima imprensa que já afirmou repetidamente que Ratzinger não tem carisma algum, que a Igreja já não tem credibilidade nenhuma, que o escândalo dos padres pedófilos colocou por terra o período triunfalista de João Paulo II, que a Igreja entrou numa decadência sem fim e sem cura… A mesma imprensa que tinha certeza de que, sem João Paulo II, os jovens não mais se reuniriam em tamanha multidão…

Que lições devemos tirar de tudo isto? Aquelas que tenho recordado constantemente neste Blog: os cristãos não devem nunca interpretar as coisas de Deus a partir dos critérios do mundo, particularmente aqueles da imprensa! Nossa visão tem que ser a partir do Alto, a partir da cruz e da ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Pense um pouco: (1) Os jovens não foram a Madri por causa de Bento XVI – como no passado não foram por causa de João Paulo II: os jovens foram por causa de Cristo, foram para encontrar Jesus! Um Papa nunca é, nunca pode ser uma atração: não dança, não canta, não requebra, não é sarado, não faz pirueta e não aparece sob efeitos especiais! E se fizer isso, não é o Papa, é a Xuxa! Os jovens foram, vão e irão sempre a esses encontros pela sede que consome seus corações: por causa de Cristo, vida da nossa vida e saciedade da nossa esperança! (2) Um Papa não tem que ser “carismático” no sentido mundano. Todo Papa é carismático, porque, uma vez eleito, recebeu o carisma, isto é a cháris, a graça própria do ministério petrino. Pode ser o comunicativo João Paulo II, o simpático João Paulo I, o bonachão João XXIII, o hierático e angelical Pio XII, o feioso Bento XV, o valente Pio XI, o melancólico Paulo VI ou o tímido Bento XVI. O verdadeiro católico não ama um Papa, não ama esse Papa, ama o Papa, escuta o Papa, obedece ao Papa – exatamente porque é o Papa, seja ele quem for! Para o católico todo Papa é Pedro, e basta!

(3) Essa multidão reunida não é, não deve ser e não pode ser uma prova de força da Igreja! Nossa força está unicamente na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo – é a mesma força da Semana Santa do ano passado, quando a imprensa acusava a Santa Igreja de Cristo de ser uma rede internacional de pedófilos e se diziam misérias contra o Santo Padre! Nossa força é Cristo, nossa vida é Cristo, nossa certeza é Cristo, nossa alegria e esperança é Cristo! (4) É verdade que Zapatero, adversário ferrenho do cristianismo, está passando – como passaram outros e passarão tantos outros. Ficará a Igreja, a Mãe católica amabilíssima, porque Cristo assim o quis e assim o prometeu! Mas, não devemos pensar aqueles jovens como um triunfo da Igreja sobre ninguém. O único triunfo que devemos buscar é o triunfo sobre o pecado nosso e do mundo inteiro! Se Zapatero é um inimigo externo da Igreja, também nós a prejudicamos com nossos pecados e egoísmos, com nossa tibieza e falta de amor… Os piores inimigos da Igreja estão dentro dela! (5) Quanto ao renascimento da Igreja na Espanha ou em qualquer parte do mundo, ele não pode ser medido por números, por multidões ou eventos… Somente o Senhor da Igreja conhece o número dos seus, somente ele sabe do vigor e da fraqueza de sua Santa Esposa, nossa Mãe católica! No entanto, se aquela multidão de jovens na casa dos vinte anos estava lá, significa que nas paróquias, nos grupos, nos movimentos, nas novas comunidades, nas congregações há uma Igreja viva, crente, orante, disposta a testemunhar o Senhor! Lembra do fermento na massa, do grão de mostarda, do tesouro escondido? Pois é, Jesus não erra nunca; Jesus sabe o que diz e sustenta o que fala! (6) Quanto aos elogios a Bento XVI, que sabe falar aos jovens, ele fala de Cristo com simplicidade, clareza e a convicção de quem experimentou o Senhor ao longo de toda a vida. Isto basta! Mais impressionante que aquela multidão escutando o Papa de 84 anos, é vê-la, junto com o ancião pontífice, silenciosa, contida, piedosamente reverente, ante um pedacinho de pão que esses católicos bobos afirmam ser o próprio Jesus imolado e ressuscitado, realmente presente neste mundo! Basta ver isso para perceber a força da fé, a atuação da graça e a esperança do mundo. (7) Para terminar, repito, mais uma vez: se fossem somente vinte jovens a comparecer a Madri, ainda assim Cristo estaria ali, vivo, atuante, potente, matando a sede de todo aquele que dele se aproxime.

Lembre dessas coisas, meu Leitor, quando daqui a pouco, por algum motivo, nalguma dificuldade, a imprensa novamente decretar que a Igreja está no fim, que o cristianismo passou, que a religião é coisa do passado… Então: firmes na fé, com os olhos fixos em Cristo!